O EPD/DPO externo acompanha a organização de forma contínua e independente, traduzindo as obrigações legais em ações concretas e prioridades de conformidade.
Exemplos de intervenção
Rever os Registos de Atividades de Tratamento e definir prioridades de atuação.
Apoiar AIPD/DPIA, pedidos de titulares, avaliação de fornecedores e outras matérias de privacidade.
Aconselhar e acompanhar a resposta a incidentes de dados pessoais.
Atuar como ponto de contacto com a CNPD e com os titulares de dados.
Assegurar formação, recomendações documentadas, reuniões de acompanhamento e reporte regular à gestão.
Como trabalhamos
Definimos o âmbito, as prioridades, os interlocutores e a cadência de acompanhamento de acordo com a realidade da organização.
O apoio especializado em privacidade e a designação formal de DPO são serviços distintos, que podem ser prestados de forma autónoma ou integrada.
Quando necessário, o diagnóstico e a implementação são estruturados como projetos específicos, com objetivos e entregáveis definidos.
Resultado Esperado
Privacidade integrada na gestão da organização, e não tratada apenas quando surge um problema.
Prioridades definidas, riscos acompanhados, responsabilidades claras e decisões suportadas por recomendações documentadas.
Processos consistentes para lidar com titulares de dados, incidentes, avaliações de impacto, fornecedores e outras questões de proteção de dados.
Uma estrutura de privacidade sustentável, acompanhada e capaz de evoluir com a organização e com os requisitos aplicáveis.
Um modelo claro desde o início
Definimos desde o início como será prestado o apoio: interlocutores, cadência, responsabilidades e forma de acompanhamento.
O apoio especializado em privacidade é delimitado na proposta. Quando exista designação formal como DPO, são salvaguardadas as respetivas funções e independência.
Diagnósticos, projetos de implementação ou remediação podem ser estruturados separadamente quando necessário.